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AMOR SEGUNDO DARWIN
Era apenas uma garotinha, de cadarço desamarrado, mãos que tremiam sem razão e tossindo numa ânsia absurda. Uma garota num mar de insignificância que é a vida juvenil, como se as coisas estivessem esperando o momento exato de desabrocharem. Tudo era espera, afinal. O jeito como as palavras se enroscavam no momento da fala, gaguejando e trocando sílabas. Aprendera a falar, mas não a dizer. Olhava as pessoas com uma curiosidade ímpar. Colocava-as em seu caleidoscópio, busca

ANA BEATRIZ
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