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O OLHAR NO HORIZONTE
Eles são seis E eu quase nem acredito. Seis marcas no tempo Seis voltas completas. Honro cada momento Honro cada detalhe E cada aprendizado. Honro as mãos que segurei Os abraços sinceros que dei As conversas honestas que tive As inúmeras palavras que escrevi. Celebro as pessoas As presenças Os chegares e os partires Celebro a canção de amor que ouço no coração cada vez que penso no Bendita Existência. Aqui do meu lugar, comemoro as memórias que só eu tenho. Me aplaudo em silê

RUBIA ARCE Admin Blog


ESTE NÃO FOI UM ANO FÁCIL...
Teve dias longos, noites silenciosas e momentos em que o coração precisou ser mais forte do que o corpo. Houve planos adiados, expectativas quebradas e caminhos que precisaram ser refeitos em meio a caminhada. A vida nos convocou ao que não planejamos. Houve perdas, frustrações e silêncios que não cabiam nas palavras. Momentos em que o eu precisou reconhecer seus limites, e o ideal de controle teve que ceder lugar à experiência do real. Um real que não encontra palavras, mas

TEREZINHA ARAÚJO


OS VÍRUS DA MODERNIDADE
A professora chega à escola onde trabalha, um espaço confortável e atraente. Jardins, quadras para várias modalidades de esportes, biblioteca bem equipada, sala de computadores, uma excelente internet e atividades de interação social como hortas, aulas de pinturas, bordados, crochês, desenhos e outros tipos de artes. Tudo isso direcionado para um ensino de qualidade, alimentação propícia, bons hábitos e respeito às diferenças raciais, crenças e cultura. Talita, professora ren

MARIA ANÉSIA


Quatro mulheres. Quatro personagens: vilãs ou protagonistas?
Esta crônica literária foi inspirada e escrita como tentativa de realizar uma leitura comparativa entre Emma Bovary (a Madame Bovary), Anna Karenina, Luísa, personagem de O Primo Basílio, e Capitu, personagem de Dom Casmurro. O texto terá um tom reflexivo, crítico e narrativo, como pede o gênero crônica, mas com densidade suficiente para se aproximar de um ensaio literário, ainda que superficial. Por outro lado, pretendo apresentar uma linha de pensamento que suscita centenas

JOSÉ FRANÇA


DEZEMBRO
A chuva forte cai lá fora. Agradeço a Deus a casa segura e peço pelos que, no mesmo momento, correm da morte fugindo de suas próprias casas. A chuva vem, lava tudo, às vezes leva tudo de quem pouco tem, porém traz a fartura na lavoura e o renascimento dos rios. Então, que venham abençoadas chuvas. Não tem jeito. Dezembro traz melancolia. Presa dentro de casa, hora de faxinar todos os cantos e de me horrorizar como fui acumuladora este ano. Sempre bate aquele dilema: recordaç

ILMA PEREIRA


SOBRE ABACAXIS, CELEBRAÇÕES E SIGNIFICADOS
Quinze de novembro. Feriado. Para quem trabalha de segunda a sexta, um sábado como todos os demais do calendário. Talvez. Por ser feriado nacional, havia menos ônibus circulando; um ou outro comércio aberto. Enfim, o movimento nas ruas estava ligeiramente menor do que comumente se vê aos sábados. Perto da hora do almoço, parei para comprar alguns abacaxis num desses caminhões que ficam nas esquinas vendendo a fruta – ou pseudofruto, como diriam os botânicos – e eis que, entre

JEFFERSON LIMA


QUANDO A PALAVRA CELEBRA A EXISTÊNCIA
Como é transformar seis anos de vida em palavras que tocam outras vidas? Como é a sensação de escrever, mês a mês, por seis anos, para o Blog Bendita Existência? É como provar, continuamente, o sabor da vida traduzida em palavras. É revisitar emoções, observar o cotidiano com novos olhos e transformar cada detalhe em reflexão. É perceber que, quando a escrita nasce da alma, ela encontra naturalmente o caminho até o coração de quem lê. “Palavras agradáveis são como favo de mel

CARLA KIRILOS


SE VOCÊ TIVESSE PODER
SOBRE VALORES QUE ABRAÇAMOS – 2/2 Uma reflexão gerada pelo filme Absolutamente Impossível. A narrativa aposta na ideia de que a integridade está em só saber jogar o jogo do” poder ter” – mas como é que se chega ao ponto de saber jogar? Isso , no decorrer da história, vai abrindo a possibilidade de colocar na mão do outro os sonhos da humanidade. O que, ao meu ver, começa, nesse filme, de forma errada quando, aleatoriamente se escolhe alguém para testar o jogo – porque não se

BETH BRETAS


O QUE PODE DAR CERTO?
Deslumbrado Por definição, que ou aquele que, por demonstrar excessivo entusiasmo por alguma coisa, é visto como pessoa tola, destituída de crítica. Existe um sentimento de deslumbre pelas belezas da vida, do qual são dotados somente alguns dos seres humanos. Digo isso, porque experimento desse deslumbre desde a infância. Acho que foi minha mãe quem plantou isso em nós. Sabe aquelas pessoas que chegam a lugares e, sorrindo, destacam tudo que vêem de bonito? Que encontram p

RUBIA ARCE Admin Blog
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