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LIXEIROS
Uma adolescente e sua mãe passeavam pelas ruas da cidade. Sutilmente, entrava pelas janelas do veículo um sopro suave de brisa vespertina. E o divertimento das duas tinha nada mais do que um sabor de paraíso. Ora debaixo do verde das árvores, ora debaixo de viadutos, dos lados esquerdo e direito das avenidas, nas bases de prédios altíssimos, ao redor das bordas de praças como a Raul Soares. O carro de Tiana rodava paralelamente a outros automóveis, tanto brilho e maciez que p

MARIA ANÉSIA


AR DE SETEMBRO
Vento festivo Fluindo nas narinas dos virginianos. Sou virgem Independente de nascença. Nasci no grito de libertação do Brasil...

MARIA ANÉSIA


FRAGMENTOS DE TEXTO
Quem me dera ter lido Cores flores – espaços afetivos laços De personagens do escritor. Formato de figuras geométricas Desenhadas em seu teor. Era quase uma adivinhação Que culminou numa brincadeira De leitura e de uma lição. Brincadeira gostosa carinhosa Ensinando - me a ler, a escrever A lição do silêncio, do invisível Da imaginação. De fragmentos conectados Da metáfora de palavras Da leveza da criação. Um autor seletivo De época, elementos linguísticos Sem uso pejorativo.

MARIA ANÉSIA


DEIXE O LIVRO
Era a hora de leitura. Pedrinho tinha uma tarefa de ler todos os dias – estava muito fraco em Língua Portuguesa e sua professora lhe...

MARIA ANÉSIA


ESCREVER
É fácil, não! É difícil, também não! Dialogue consigo mesma, Veja você por dentro. E nesse contentamento, Escreva. Escrever o quê? O que...

MARIA ANÉSIA


VALIDADE DE UM SÍMBOLO NACIONAL
Não tenho dúvidas! Naquele momento longínquo, às margens do Riacho Ipiranga, o ar de liberdade exigiu a ideia de se criar símbolos que...

MARIA ANÉSIA
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