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A DANÇA INVISÍVEL DA ALMA
No cerne de cada encontro, uma melodia ancestral se desenha, tecida por fios que a vista não alcança, mas o coração sente. Há um vínculo que nos chama, uma teia sutil que une destinos, onde a exclusão é um eco distante e a proximidade, um porto seguro. É a alma que anseia por pertencer, por sentir-se parte da grande tapeçaria da existência. E nessa dança, a compensação sussurra seus segredos. Um dar e receber que equilibra a balança, onde a dívida se faz obrigação e a liberda

ELIANE SOUZA
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