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SOBRE-VIVÊNCIA
Vejo pessoas… por aí. Vejo olhares, dores… e o sangrar. Vejo vazios. Vejo além do que a maioria pode. Vejo tudo o que quero ver E o que não quero. Ao olhar. Mesmo quando nem quero olhar. Vejo necessidades. Vejo sensações. Vejo expressões E nelas, vejo falsidades. Mesmo na ausência de animosidade, vejo raiva. Vejo tristeza e alegria na mesma intensidade. Vejo inconsistências. Incapacidades, fraquezas, desconexões. Enxergo desencontros… desalinhos. Também vejo sinceridades. V

RUBIA ARCE Admin Blog


SENTIR SENTINDO, OU ASSISTINDO?
Olhos que enxergam pouco. Um pouco tão insuficiente que reflete desgosto. (Des)gostar. Perder o gosto a cada passo. Partes de nós que compõem quem somos entrelaçam-se para tornar real a escrita da nossa canção. Cérebro, mente e consciência trabalhando juntos para tornar possível o nosso existir. Mas, não um existir pequeno, ou mediano, simplesmente o melhor que possamos construir. Intrigante, penso eu, é escolher caminhar sobre os vazios que temos e deixar que eles nos pree

RUBIA ARCE Admin Blog
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