top of page

Buscar


BURNOUT E A SUBJETIVIDADE: POR QUE ALGUMAS PESSOAS ADOECEM E OUTRAS NÃO?
Nos dois primeiros textos desta série, refletimos sobre a centralidade do trabalho na vida contemporânea e sobre como as transformações do mundo do trabalho têm favorecido o crescimento do burnout. Vimos que a intensificação das demandas, a hiperconectividade, a cultura da alta performance e a dificuldade de estabelecer limites criam um cenário propício ao sofrimento psíquico. Entretanto, uma pergunta permanece: por que, em uma mesma organização, sob as mesmas metas, com o me

TEREZINHA ARAÚJO


RIOZINHOS DE MINHAS MÃOS
Aperto profundamente meu punho Navego pelos latejos Pelas águas vermelhas que são. Que correm dentro, latejam fora Nos leitos de minhas mãos. Estou viva Vivinha da silva. Trazem em suas correntezas Oxigênio dos pulmões Nutrientes de tecidos diversos. Mantém minhas mãos vivas Meus dedos flácidos Para eu escrever versos. Estou viva Vivinha da silva. Sangue é água, sangue é vida Sangue é arte pura, a cara da paixão e do amor Feita com sabedoria divina na criação do Salvador. Es

MARIA ANÉSIA


CÉREBROS EM EXERCÍCIO
Áudio fecha – Áudio abre Ouvidos escutando Vozes ecoando Olhares compartilhando A lição daquela noite. Tudo em sintonia com a mente. O inconsciente simulando O cérebro controlando Palavras, gestos e emoções Dos escritores presentes Online na televisão. “A mente humana é literária” Capacitando com maestria Os escritos que saíam quentinhos A todo vapor. Do pensamento dos poetas E também do professor Ensinando a escrever poemas. “A mente humana é cabeça” Casa-se bem com a lite

MARIA ANÉSIA


ESPAÇO VAZIO
(Des)ilusão. Quando a ilusão se quebra, o que resta são fragmentos do que, sob alguma perspectiva, fazia sentido. A verdade é que, às vezes, nos prendemos a ilusões - por mais infundadas que sejam - como uma forma de sobrevivência. E ignoramos a lógica, por um tempo, para recostar ao relento de uma ilusão "confortável". Até que ela se quebre, deixando um rastro vazio. No segundo após despertar, o nada. Um segundo que parece durar uma eternidade, mas logo é interrompido por u

RUBIA ARCE Admin Blog
bottom of page
