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A PEDRA COMO REVELAÇÃO: Drummond, Dostoiévski e os Ecos do Absurdo
A proposta desta crônica é fazer uma análise comparativa da imagem da pedra na obra Os Irmãos Karamázov, de Dostoiévski, e no poema “No Meio do Caminho”, de Carlos Drummond de Andrade. Como o texto do autor russo é cerca de 60 anos mais antigo que o do poeta mineiro, surge a pergunta: teria Carlos Drummond lido a fantástica e universal obra de Dostoiévski? A resposta é quase um sim. A obra do itabirano revela que ele era um grande leitor, como se nota nas intertextualidades p

JOSÉ FRANÇA


Dia da Criança pelo paradigma da desconstrução histórica
“Criança feliz, feliz a cantar, alegre a embalar seu sonho infantil...” (autor desconhecido) No Dia da Criança, enquanto balões coloridos enfeitam praças e sorrisos infantis ecoam pelos parques e jardins, as escolas realizam diversas ações com brincadeiras, fantasias, festinhas e merendas especiais — tudo isso para celebrar o dia dos pequenos. Rodoviárias, portos e aeroportos ficam abarrotados; as estradas, repletas de veículos; e as praias, superlotadas — especialmente aquel

JOSÉ FRANÇA


UM OLHAR ROMANTIZADO SOBRE A OBRA LINDA DO ROSÁRIO DE ADRIANA VAREJÃO
Na minha segunda crônica para o blog Bendita Existência, na Coluna Surpresas Belas do Cotidiano, eu escrevi sobre o dia dos namorados...

JOSÉ FRANÇA


AS MENINAS E O FIO DE CABELO
Este texto é dedicado às minhas 4 filhas: Jociele, Jocileia, Geizielle e Januacoelli A relação entre as meninas e o fio de...

JOSÉ FRANÇA


ODE LÍRICA AO DIA DOS NAMORADOS PELA ÓTICA DA BELEZA
O dia dos namorados, no Brasil, é um momento bom para o comércio. Mas será que alguém se lembra de São Valentino, aquele homem bom que...

JOSÉ FRANÇA


VOZES SILENCIADAS NAS LÁGRIMAS E NAS SAUDADES.
Eu me despertei para adolescência ouvindo músicas que, até hoje, estão presentes em meu cérebro e guardadas nas mais recônditas gavetas...

JOSÉ FRANÇA
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