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E ELAS SE VESTIRAM DE HOMEM …E COLOCARAM SEUS NOMES NA HISTÓRIA.
Apesar de ser um tema universal, inicia-se esta crônica pela senda do localismo. No devir constante da existência, a história apresentou-se de forma cruel às mulheres, mas, navegando em mares opostos, elas feriram profundamente a narrativa com o punhal da sagacidade, da inteligência, da esperteza, da malícia, dos mistérios e do enigma e, por não dizer, da beleza. Como tão bem afirma o narrador Bentinho no drama universal machadiano Dom Casmurro , o olhar de Capitu é o olhar d

JOSÉ FRANÇA


CINQUENTA TONS, CONTOS DE FADAS E OUTRAS NARRATIVAS
UMA LEITURA DO LIVRO CINQUENTA TONS DE CINZA À LUZ DOS CONTOS DE FADAS E OUTRAS NARRATIVAS Meu primeiro contato com o livro Cinquenta Tons de Cinza ocorreu em outubro de 2012, durante um seminário sobre edições promovido pela Rede Globo de Televisão, que reuniu alguns dos mais importantes editores e livreiros do país. Na ocasião, ouvi várias críticas negativas em relação à obra, que já era um best-seller mundial. A contundência das críticas despertou em mim um desejo quase i

JOSÉ FRANÇA


Quatro mulheres. Quatro personagens: vilãs ou protagonistas?
Esta crônica literária foi inspirada e escrita como tentativa de realizar uma leitura comparativa entre Emma Bovary (a Madame Bovary), Anna Karenina, Luísa, personagem de O Primo Basílio, e Capitu, personagem de Dom Casmurro. O texto terá um tom reflexivo, crítico e narrativo, como pede o gênero crônica, mas com densidade suficiente para se aproximar de um ensaio literário, ainda que superficial. Por outro lado, pretendo apresentar uma linha de pensamento que suscita centenas

JOSÉ FRANÇA


A PEDRA COMO REVELAÇÃO: Drummond, Dostoiévski e os Ecos do Absurdo
A proposta desta crônica é fazer uma análise comparativa da imagem da pedra na obra Os Irmãos Karamázov, de Dostoiévski, e no poema “No Meio do Caminho”, de Carlos Drummond de Andrade. Como o texto do autor russo é cerca de 60 anos mais antigo que o do poeta mineiro, surge a pergunta: teria Carlos Drummond lido a fantástica e universal obra de Dostoiévski? A resposta é quase um sim. A obra do itabirano revela que ele era um grande leitor, como se nota nas intertextualidades p

JOSÉ FRANÇA


Dia da Criança pelo paradigma da desconstrução histórica
“Criança feliz, feliz a cantar, alegre a embalar seu sonho infantil...” (autor desconhecido) No Dia da Criança, enquanto balões coloridos enfeitam praças e sorrisos infantis ecoam pelos parques e jardins, as escolas realizam diversas ações com brincadeiras, fantasias, festinhas e merendas especiais — tudo isso para celebrar o dia dos pequenos. Rodoviárias, portos e aeroportos ficam abarrotados; as estradas, repletas de veículos; e as praias, superlotadas — especialmente aquel

JOSÉ FRANÇA


UM OLHAR ROMANTIZADO SOBRE A OBRA LINDA DO ROSÁRIO DE ADRIANA VAREJÃO
Na minha segunda crônica para o blog Bendita Existência, na Coluna Surpresas Belas do Cotidiano, eu escrevi sobre o dia dos namorados...

JOSÉ FRANÇA
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