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Dia da Criança pelo paradigma da desconstrução histórica
âCriança feliz, feliz a cantar, alegre a embalar seu sonho infantil...â (autor desconhecido) No Dia da Criança, enquanto balĂ”es coloridos enfeitam praças e sorrisos infantis ecoam pelos parques e jardins, as escolas realizam diversas açÔes com brincadeiras, fantasias, festinhas e merendas especiais â tudo isso para celebrar o dia dos pequenos. RodoviĂĄrias, portos e aeroportos ficam abarrotados; as estradas, repletas de veĂculos; e as praias, superlotadas â especialmente aquel

JOSĂ FRANĂA
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FRAGMENTOS DE TEXTO
Quem me dera ter lido Cores flores â espaços afetivos laços De personagens do escritor. Formato de figuras geomĂ©tricas Desenhadas em seu teor. Era quase uma adivinhação Que culminou numa brincadeira De leitura e de uma lição. Brincadeira gostosa carinhosa Ensinando - me a ler, a escrever A lição do silĂȘncio, do invisĂvel Da imaginação. De fragmentos conectados Da metĂĄfora de palavras Da leveza da criação. Um autor seletivo De Ă©poca, elementos linguĂsticos Sem uso pejorativo.

MARIA ANĂSIA
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SOBRE O APAGAMENTO DE MULHERES
Quem foi AnĂbal Machado? Minha filha me pergunta ao passar por um viaduto na avenida Cristiano Machado. Esta simples pergunta me trouxe uma reflexĂŁo: o apagamento da mulher na histĂłria ou a diminuição do seu papel sĂł passaram a ser percebidos como problema hĂĄ pouco tempo. Uma situação da qual nos damos conta aos poucos, percebendo que, nos relatos oficiais, nĂłs, as mulheres, sumimos e, quando mencionadas, aparecemos apenas em papĂ©is coadjuvantes â amantes, esposas, mĂŁes, ir

ILMA PEREIRA
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PRIMEIRA DANĂA
Quando a minha história esbarrar com a sua, construiremos a nossa. Quando o buscar levar a alguém, o movimento virå. A troca acontecerå⊠A melodia instaura um belo bailar... Bailar o ouvir, o perceber, o ser, o partilhar, o individuar... o conversar. Ahh⊠a conversa ao pé do ouvido, coisa melhor não hå. No encontro, O cheiro que fica⊠O corpo que arrepia⊠O coração palpita. Transpira. A respiração acelera. Lå fora, nada mais importa O tudo se transforma em penumbra Corp

JUNIA CARVALHO
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PERDOAR... UM DESAFIO
JĂĄ dizia o poeta: o caminho Ă© feito ao caminhar! NĂŁo temos um caminho definido quando embarcamos nesta viagem a qual chamamos VIDA! SĂŁo tantos os acontecimentos que nos moldam e muitas as razĂ”es que nos levam a profundas e incontĂĄveis metamorfoses. Ao longo do estradar tropeçamos, caĂmos, brindamos as conquistas e transpomos obstĂĄculos. Temos momentos de euforia, outros melancĂłlicos e introspectivos. Colecionamos mais objetos do que realmente precisamos. Conseguimos reunir po

JEFFERSON LIMA
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ANSIEDADE E ESPERA
Tenho estudado muito sobre os transtornos mentais, especialmente a ansiedade, que parece mais uma epidemia. Quem não sente, mesmo que em alguns momentos, a tal da ansiedade? Definimos ansiedade como um sentimento vago e desagradåvel de medo, apreensão, caracterizado por tensão ou desconforto derivado de antecipação de perigo, de algo desconhecido ou estranho e de fobia social. Um sentimento livre e impertinente de apavoramento, preocupação, caracterizado por pensamentos inver

TEREZINHA ARAĂJO
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