top of page

Buscar


IMPROVÁVEL
Quanta beleza há no improvável! Aquilo que nasce onde não se espera E se constrói a despeito de tudo que existe e resiste. Como uma flor que nasce na rachadura do asfalto desconsidera o seu entorno, Assim se prova um potencial impensado, e desconstrói o imaginado. Não há planejamento, Abstém-se da previsibilidade, Ignora o caos preexistente. E, ainda assim, encontra o caminho de crescer. Se desenvolve sem o pudor dos previsíveis. Elege a força necessária para atingir o


AMOR É AMOR
Um olhar sobre a lesbianidade e o impacto da heterossexualidade compulsória e da homofobia internalizada na constituição do sentir. Tenho dedicado especial atenção nas minhas últimas contribuições nesta coluna à temática de relacionamentos, sobretudo aos românticos. Passei pelas linguagens do amor, trazendo à tona as múltiplas maneiras de demonstração de afeto que se delineiam nas interações humanas; falei um pouco sobre os tipos de apego adquiridos na primeira infância e de


LOGO ESTAREI EM CASA
Estou sentada em meu escritório, a tela do computador brilhando na minha frente, depois de tanto tempo sem escrever uma única linha. Eu sei, preciso tomar alguma medida, mas você precisa entender que as coisas não andam fáceis, especialmente com as crianças. Bem, para tentar sair desse estado, vou contar sobre uma certa noite que, de vez em quando, me vejo pensando. Tinha acabado de completar 13 anos, e estava passando, com meu irmão, um período na casa dos meus tios. Eles


BURNOUT E A SUBJETIVIDADE: POR QUE ALGUMAS PESSOAS ADOECEM E OUTRAS NÃO?
Nos dois primeiros textos desta série, refletimos sobre a centralidade do trabalho na vida contemporânea e sobre como as transformações do mundo do trabalho têm favorecido o crescimento do burnout. Vimos que a intensificação das demandas, a hiperconectividade, a cultura da alta performance e a dificuldade de estabelecer limites criam um cenário propício ao sofrimento psíquico. Entretanto, uma pergunta permanece: por que, em uma mesma organização, sob as mesmas metas, com o me


AZUL ATEMPORAL
“Para além da vida inteira / Já que o homem não é ilha / Toda terra é sem fronteira.” Visto Piso Sinto E respiro Azul Atemporal Reinvenção da minha voz Fugindo de uma conexão bem confusa: Todas as mulheres são princesas E todos os homens são príncipes... Para além de tudo isso Sou Leoa Azul! Já vivi na Idade da Pedra Já vivi na Era Medieval Já pertenci à Era dos Templários Já habitei corpo masculino feminino Já nasci em todos os Continentes… E no AGORA sou aquariana O mês


SOBRE-VIVÊNCIA
Vejo pessoas… por aí. Vejo olhares, dores… e o sangrar. Vejo vazios. Vejo além do que a maioria pode. Vejo tudo o que quero ver E o que não quero. Ao olhar. Mesmo quando nem quero olhar. Vejo necessidades. Vejo sensações. Vejo expressões E nelas, vejo falsidades. Mesmo na ausência de animosidade, vejo raiva. Vejo tristeza e alegria na mesma intensidade. Vejo inconsistências. Incapacidades, fraquezas, desconexões. Enxergo desencontros… desalinhos. Também vejo sinceridades. V
bottom of page





