top of page

Buscar


MAS, AFINAL, EXISTE UM JEITO CERTO DE AMAR?
Já pararam para pensar como as pessoas demonstram o amor de maneiras diferentes? No texto deste mês vou trazer algumas perspectivas sobre as linguagens do amor para que possamos refletir sobre como se dá a dinâmica da construção dos afetos em nossas vidas. Por Michelle MKO Acho fascinante como se processam as relações humanas. Sempre gostei de observar a maneira como as pessoas interagem umas com as outras. Para embasar minhas reflexões, trago como referência o livro “As cin

MICHELLE MKO


SERES TEMPORAIS
“A existência é um arco temporal não é a presença.” Neste momento, a existência é compreendida como um transitar temporal e eu existo no AGORA, mergulhada no contexto em que as pessoas deixam de ser presença e continuam existindo no interior das memórias. Espaço da validação do AGORA, onde, entre paredes de vidro, em plena tarde plena, saboreando sorvete, observo veículos e pessoas circulando lá fora, ao mesmo tempo em que percorro o caminho por entre presenças invisíveis

BETH BRETAS


EU SÓ EXISTO NO OLHAR DO OUTRO!!!???
“A gente só existe no olhar do outro” É o título do livro de Ana Suy e Christian Dunker (2025), e sendo um texto psicanalítico me chamou a atenção, comprei... mas antes de ler quero refletir com vocês sobre essa chamada, será que só existo no olhar do outro? O que isso significa? A frase “a gente só existe no olhar do outro” parece simples, mas toca algo profundamente humano. Na psicanálise de Jacques Lacan, por exemplo, o sujeito se constitui a partir do olhar e da linguage

TEREZINHA ARAÚJO


E ELAS SE VESTIRAM DE HOMEM …E COLOCARAM SEUS NOMES NA HISTÓRIA.
Apesar de ser um tema universal, inicia-se esta crônica pela senda do localismo. No devir constante da existência, a história apresentou-se de forma cruel às mulheres, mas, navegando em mares opostos, elas feriram profundamente a narrativa com o punhal da sagacidade, da inteligência, da esperteza, da malícia, dos mistérios e do enigma e, por não dizer, da beleza. Como tão bem afirma o narrador Bentinho no drama universal machadiano Dom Casmurro , o olhar de Capitu é o olhar d

JOSÉ FRANÇA
bottom of page
