REDENÇÃO
- JUNIA CARVALHO

- 20 de fev.
- 1 min de leitura

Para onde a humanidade caminha, fico a indagar .
Na espera de sanidade e humanidade sigo a acreditar e auxiliar.
Sim, não é possível banalizar a crueldade, o desrespeito a falta de compaixão e humanidade.
Absurdos cometidos não são justificáveis.
Saúde mental é necessidade!
Saúde mental, ética, tratamento, direcionamento, valores . Vida real!
Sim! De vida real estamos necessitados..
Vida real, alegrias, dores, vergonhas, frustrações, esforço, empenho, respeito…
Daqui, por ora, parecem coisas quase esquecidas…
Quanta alienação, quanta distorção!
Quanta banalização!
Quanta massificação …
Preciso dizer que a ausência de criticidade lúcida é impactante, quanto conformismo.
Não seja você aquele que não buscou ajuda,
Não seja você, o ser não pensante, que só repete.
Não seja você o apoiador de distorções.
Não seja você o omisso,
Não seja você o perpetrador,
Não seja você próxima vítima.
Independente do lado da moeda, peça ajuda!
Escolha o caminho correto,
O caminho saudável, o caminho real.
Escolha a saúde mental!
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Junia, seu texto é utilitário. As pessoas precisam pedir ajuda. Precisam cuidar da saúde mental pois a falta dela compromete a saúde física. É necessário ter a consciência de que o ser humano não é um personagem construído com super poderes. Homens de ferro e mulheres maravilhas maravilhas só no Cinema. Na vida real humanos sofrem, gritam, gemem, sentem dor... e morrem. É não ter vergonha de gritar por socorro.
Parabéns pelo texto.
Um forte abraço.
Seu texto é um chamado necessário e urgente! Nos desafios que a sociedade nos impõe a busca por não nos perdermos deve ser uma constante. É imprescindível que sintamos desconforto com o que fere qualquer existência. E falo existência não só de corpos, mas também de ideias e de posturas. Muito bom!
Uma reflexão muito pertinente sobre os desafios da sociedade atual. É um chamado à consciência e à responsabilidade individual para construir um mundo mais humano e saudável. A ênfase na saúde mental é crucial.
Num tempo em que tudo se tornou volátil, a humanidade segue sem se preocupar com o que virá.
Namastê!
Com essa falta de senso crítico, com a massificação que leva à omissão, com os transtornos de ansiedade cada vez mais latentes, eu também me pergunto: a médio prazo, para onde vai a humanidade? Sei não!