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É O CHEIRO!
“Sei que a vida vale a pena... mesmo que o pão seja caro e a liberdade, pequena...” (Ferreira Gullar) Dia desses, li a crônica Velhos Cocheiros, escrita por João do Rio, em 1908. O narrador-personagem fala sobre uma conversa que teria travado com um velho cocheiro, que fazia ponto no antigo Largo do Paço, no Rio de Janeiro, e que já estava havia vinte anos na profissão. O Braga — esse era o nome do cocheiro — falava com saudosismo dos tempos da Monarquia, das pessoas importan

JEFFERSON LIMA


O BANQUETE DOS ELEITOS
Este texto procura construir uma análise filosófico-religiosa sobre aqueles que nasceram e cresceram como todo mundo, mas, de repente, quando os que lhes eram próximos esperavam acontecimentos comuns, idênticos aos da maioria, surpreendentemente, abandonaram tais expectativas e se colocaram diante das injustiças humanas presentes no universo. Desprezaram o individualismo, abraçaram a alteridade e partiram em missão para fazer o bem, com o objetivo de edificar um mundo melhor,

JOSÉ FRANÇA


A CORDA. - ACORDA!
Minha alma chorou… Assustou. Se desorientou e, por segundos, se desfez. Se desfez em lágrimas Questionamentos Reflexões Minha alma chorou… Chorou por perceber que no meio de muitos, por vezes, estamos sozinhos. Por perceber tantos na tentativa do mostrar, registrar, viralizar... deixaram passar… Deixaram passar a vida, o cuidado, a presença… Deixaram de passar a corda. A corda? Ou, o Acorda? Parece uma sociedade adormecida, em estupor… Necessitando acordar Acordem! Não nos c

JUNIA CARVALHO


QUANDO A PORTA SE FECHA
Nos últimos dias, vi a porta se fechar atrás de mim algumas vezes. Mais vezes do que pude prever. A porta da sala de reuniões, agora utilizada como ponto de encontro para conversas particulares e partilhas, quase nunca, profissionais. Antes de tudo, são pessoas, e devem ser reconhecidas como tal. Não longas o suficiente, mas importantes conversas que versam na mais alta humanidade. Rabiscos que vão se traduzindo em abertura de almas, moldando na minha frente aquele ser que se

RUBIA ARCE Admin Blog


O DIVINO ENTRE NÓS
“Se alguém afirmar: ‘Eu amo a Deus’, mas odiar o seu irmão, é mentiroso, pois quem não ama o seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê. Ele nos deu este mandamento: quem ama a Deus, ame também o seu irmão.” (I João, cap. 4 – Bíblia Sagrada) Dia desses, passeando pelos stories de uma rede social, entre fotos, vídeos, frases e sei lá mais o quê – todos destinados a uma existência efêmera de vinte e quatro horas –, tropecei em uma frase que se impregnou em mim e

JEFFERSON LIMA


QUANDO A PALAVRA CELEBRA A EXISTÊNCIA
Como é transformar seis anos de vida em palavras que tocam outras vidas? Como é a sensação de escrever, mês a mês, por seis anos, para o Blog Bendita Existência? É como provar, continuamente, o sabor da vida traduzida em palavras. É revisitar emoções, observar o cotidiano com novos olhos e transformar cada detalhe em reflexão. É perceber que, quando a escrita nasce da alma, ela encontra naturalmente o caminho até o coração de quem lê. “Palavras agradáveis são como favo de mel

CARLA KIRILOS
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