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MANEIRAS DE AMAR: COMO OS TIPOS DE APEGO GERADOS NA INFÂNCIA IMPACTAM OS RELACIONAMENTOS ADULTOS
No mês passado, tratei sobre as linguagens do amor. Este mês vou dar prosseguimento à temática relacional sob outra perspectiva: a dos tipos de apego. Para isso, vou me basear na recente leitura, ou melhor, escuta, do livro Maneiras de amar, escrito por Amir Levine e Rachel Heller. A obra trata sobre a forma como lidamos com o amor e traz pistas de como tratamos o medo, a proximidade, a intimidade e a dependência, entre outros comportamentos. Vou expandir minha discussão com

MICHELLE MKO


AZUL ATEMPORAL
“Para além da vida inteira / Já que o homem não é ilha / Toda terra é sem fronteira.” Visto Piso Sinto E respiro Azul Atemporal Reinvenção da minha voz Fugindo de uma conexão bem confusa: Todas as mulheres são princesas E todos os homens são príncipes... Para além de tudo isso Sou Leoa Azul! Já vivi na Idade da Pedra Já vivi na Era Medieval Já pertenci à Era dos Templários Já habitei corpo masculino feminino Já nasci em todos os Continentes… E no AGORA sou aquariana O mês

BETH BRETAS


BURNOUT E O TRABALHO CONTEMPORÂNEO II: PROBLEMA INDIVIDUAL OU ORGANIZACIONAL?
Quando o desempenho substitui o sentido Quando escrevi o primeiro texto, no mês passado, não pensei em fazer uma série, mas acho que o tema realmente não se esgota facilmente, então sigamos. No primeiro texto, refletimos sobre como o trabalho passou a ocupar um lugar central na constituição da identidade humana. Vimos que, ao longo da modernidade, ele deixou de ser apenas uma atividade destinada à sobrevivência para tornar-se um dos principais espaços de construção de sentido

TEREZINHA ARAÚJO


A MAIS BELA SUBJETIVIDADE
Faz-se necessário, antes, trazer a definição para esta palavra tão linda e de tão caro significado. A Subjetividade pode ser definida como o conjunto de pensamentos, emoções, experiências e valores que compõem o mundo interno de um indivíduo. Ela representa a maneira particular, única e pessoal como cada pessoa percebe, interpreta e atribui sentido à realidade ao seu redor. Gosto de visualizar a existência de cada um, tecida em retalhos como uma imensa e maravilhosa colcha.

RUBIA ARCE Admin Blog


POR SER AMOR…
“Por ser exato, o amor não cabe em si. Por ser encantado, o amor revela-se Por ser amor, invade e fim.” (Pétala - Djavan) Não é por acaso que inicio este texto com os lindos versos de Pétala. Hoje é véspera do Dia dos Namorados, e Djavan foi a principal trilha do meu namoro com a encantadora morena que, há mais de vinte anos, completa o sentido dos meus dias. Não quero me apegar ao fato de que as datas comemorativas são meramente comerciais, criadas para movimentar o comércio

JEFFERSON LIMA


QUANDO A PORTA SE FECHA
Nos últimos dias, vi a porta se fechar atrás de mim algumas vezes. Mais vezes do que pude prever. A porta da sala de reuniões, agora utilizada como ponto de encontro para conversas particulares e partilhas, quase nunca, profissionais. Antes de tudo, são pessoas, e devem ser reconhecidas como tal. Não longas o suficiente, mas importantes conversas que versam na mais alta humanidade. Rabiscos que vão se traduzindo em abertura de almas, moldando na minha frente aquele ser que se

RUBIA ARCE Admin Blog
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