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A DANÇA INVISÍVEL DA ALMA
No cerne de cada encontro, uma melodia ancestral se desenha, tecida por fios que a vista não alcança, mas o coração sente. Há um vínculo que nos chama, uma teia sutil que une destinos, onde a exclusão é um eco distante e a proximidade, um porto seguro. É a alma que anseia por pertencer, por sentir-se parte da grande tapeçaria da existência. E nessa dança, a compensação sussurra seus segredos. Um dar e receber que equilibra a balança, onde a dívida se faz obrigação e a liberda

ELIANE SOUZA


O OLHAR NO HORIZONTE
Eles são seis E eu quase nem acredito. Seis marcas no tempo Seis voltas completas. Honro cada momento Honro cada detalhe E cada aprendizado. Honro as mãos que segurei Os abraços sinceros que dei As conversas honestas que tive As inúmeras palavras que escrevi. Celebro as pessoas As presenças Os chegares e os partires Celebro a canção de amor que ouço no coração cada vez que penso no Bendita Existência. Aqui do meu lugar, comemoro as memórias que só eu tenho. Me aplaudo em silê

RUBIA ARCE Admin Blog


ESTE NÃO FOI UM ANO FÁCIL...
Teve dias longos, noites silenciosas e momentos em que o coração precisou ser mais forte do que o corpo. Houve planos adiados, expectativas quebradas e caminhos que precisaram ser refeitos em meio a caminhada. A vida nos convocou ao que não planejamos. Houve perdas, frustrações e silêncios que não cabiam nas palavras. Momentos em que o eu precisou reconhecer seus limites, e o ideal de controle teve que ceder lugar à experiência do real. Um real que não encontra palavras, mas

TEREZINHA ARAÚJO


OS VÍRUS DA MODERNIDADE
A professora chega à escola onde trabalha, um espaço confortável e atraente. Jardins, quadras para várias modalidades de esportes, biblioteca bem equipada, sala de computadores, uma excelente internet e atividades de interação social como hortas, aulas de pinturas, bordados, crochês, desenhos e outros tipos de artes. Tudo isso direcionado para um ensino de qualidade, alimentação propícia, bons hábitos e respeito às diferenças raciais, crenças e cultura. Talita, professora ren

MARIA ANÉSIA


Quatro mulheres. Quatro personagens: vilãs ou protagonistas?
Esta crônica literária foi inspirada e escrita como tentativa de realizar uma leitura comparativa entre Emma Bovary (a Madame Bovary), Anna Karenina, Luísa, personagem de O Primo Basílio, e Capitu, personagem de Dom Casmurro. O texto terá um tom reflexivo, crítico e narrativo, como pede o gênero crônica, mas com densidade suficiente para se aproximar de um ensaio literário, ainda que superficial. Por outro lado, pretendo apresentar uma linha de pensamento que suscita centenas

JOSÉ FRANÇA


DEZEMBRO
A chuva forte cai lá fora. Agradeço a Deus a casa segura e peço pelos que, no mesmo momento, correm da morte fugindo de suas próprias casas. A chuva vem, lava tudo, às vezes leva tudo de quem pouco tem, porém traz a fartura na lavoura e o renascimento dos rios. Então, que venham abençoadas chuvas. Não tem jeito. Dezembro traz melancolia. Presa dentro de casa, hora de faxinar todos os cantos e de me horrorizar como fui acumuladora este ano. Sempre bate aquele dilema: recordaç

ILMA PEREIRA
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