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SOBRE-VIVÊNCIA
Vejo pessoas… por aí. Vejo olhares, dores… e o sangrar. Vejo vazios. Vejo além do que a maioria pode. Vejo tudo o que quero ver E o que não quero. Ao olhar. Mesmo quando nem quero olhar. Vejo necessidades. Vejo sensações. Vejo expressões E nelas, vejo falsidades. Mesmo na ausência de animosidade, vejo raiva. Vejo tristeza e alegria na mesma intensidade. Vejo inconsistências. Incapacidades, fraquezas, desconexões. Enxergo desencontros… desalinhos. Também vejo sinceridades. V

RUBIA ARCE Admin Blog


BURNOUT E O TRABALHO CONTEMPORÂNEO II: PROBLEMA INDIVIDUAL OU ORGANIZACIONAL?
Quando o desempenho substitui o sentido Quando escrevi o primeiro texto, no mês passado, não pensei em fazer uma série, mas acho que o tema realmente não se esgota facilmente, então sigamos. No primeiro texto, refletimos sobre como o trabalho passou a ocupar um lugar central na constituição da identidade humana. Vimos que, ao longo da modernidade, ele deixou de ser apenas uma atividade destinada à sobrevivência para tornar-se um dos principais espaços de construção de sentido

TEREZINHA ARAÚJO


MAS, AFINAL, EXISTE UM JEITO CERTO DE AMAR?
Já pararam para pensar como as pessoas demonstram o amor de maneiras diferentes? No texto deste mês vou trazer algumas perspectivas sobre as linguagens do amor para que possamos refletir sobre como se dá a dinâmica da construção dos afetos em nossas vidas. Por Michelle MKO Acho fascinante como se processam as relações humanas. Sempre gostei de observar a maneira como as pessoas interagem umas com as outras. Para embasar minhas reflexões, trago como referência o livro “As cin

MICHELLE MKO


Sobre provas, casulos e a Páscoa
Hoje não trago uma fofoca literária. E explico por quê. Dentre as notícias que me impactaram nesse mês de março e foram muitas — guerras, chuvas pesadas, enchentes, etc. — a que mais mexeu comigo foi a do rapaz que teve a redação da Fuvest desclassificada e que virou meme na internet. Por que isso mexeu comigo? Talvez por ter acompanhado filhas e sobrinhos que passaram pelo tormento — mas necessário — do Enem, ou quem sabe porque fui professora por 32 anos e corretora do En

ILMA PEREIRA


HELENA & MIGUEL
Era uma vez duas almas que caminhavam pelo mundo como quem procura algo que sabe que existe, mas não sabe como encontrar. Helena seguia sua vida, trabalhava feliz, sorria, tinha muitos amigos, não sentia solidão cumpria suas tarefas, mas, não raro no silêncio da noite, percebia que algo poderia ser acrescentado, ainda existia uma parte dela que não tinha sido tocada, algo nela que ainda estava para ser descoberto, desvendado como uma página de um livro ainda não escrita. Migu

TEREZINHA ARAÚJO


O MAPA OU O TERRENO?
Estou novamente aniversariando, num AGORA - entre tantas viagens pelo mundo e pelo meu interior - valorizando os pequenos gestos como algo libertador, dentro de uma entrega que se limita a curtir as descobertas, sem questionar o valor, porque já passou a fase em que ser um grande homem significava lutar por grandes causas e as possibilidades eram vistas como erros: Aguarde outra oportunidade... Espere se recuperar... Procure esque cer... Santiago/Espanha/ 2022 Os entendim

BETH BRETAS
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