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A ARTE DO BOM SENSO “LASTRO, LEGADO E UM POUCO DE CAROLINA”
“Vou apertar, mas não vou acender agora;se segura, malandro, pra fazer a cabeça tem hora” (Malandragem dá um Tempo – Bezerra da Silva) O excerto acima é de um samba que ficou famoso na voz de Bezerra da Silva e que me inspirou esta crônica, não antes de se amarrar aos acontecimentos cotidianos. Mas quero iniciar fazendo justiça, citando os nomes dos compositores, quase sempre esquecidos. São eles: Adelzonilton Barbosa, Popular P e Moacyr Bombeiro, que, num contexto provavel

JEFFERSON LIMA


A PRIMEIRA VEZ
O primeiro beijo, o primeiro salário, a carteira de motorista, a publicação do primeiro livro, histórias preciosas, significativas, guardadas, lustrosas, nos porões da memória. Tão necessárias para a autoestima, toda primeira vez é uma vitória. Mas o cuidado com o outro sempre se fez tão normal, bendita carga ancestral que me ensinou: o tempo é sempre depois, até não ter mais jeito, sendo sempre o modelo perfeito. Sem sequer esboçar o desejo, nas dobras da alma uma mensag

ILMA PEREIRA
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