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A CORDA. - ACORDA!
Minha alma chorou… Assustou. Se desorientou e, por segundos, se desfez. Se desfez em lágrimas Questionamentos Reflexões Minha alma chorou… Chorou por perceber que no meio de muitos, por vezes, estamos sozinhos. Por perceber tantos na tentativa do mostrar, registrar, viralizar... deixaram passar… Deixaram passar a vida, o cuidado, a presença… Deixaram de passar a corda. A corda? Ou, o Acorda? Parece uma sociedade adormecida, em estupor… Necessitando acordar Acordem! Não nos c

JUNIA CARVALHO


QUANDO O AMOR PERDE O COMPASSO
Todo relacionamento é uma dança invisível entre dar e receber. Quando alguém nos oferece carinho, cuidado, presença ou compreensão, nasce dentro de nós um desejo quase natural de retribuir. Não por obrigação, mas porque o amor gosta de circular. Ele não foi feito para ficar parado. É por isso que os relacionamentos florescem quando existe troca. Um gesto de carinho inspira outro. Uma palavra de apoio desperta gratidão. E, aos poucos, o amor vai encontrando seu ritmo. Mas nem

ELIANE SOUZA


AMOR EM TEMPOS DE HIPERTENSÃO
No capitalismo, as datas passam a representar cifras: Natal, Dia das Mães, dos Pais e dos Namorados são algumas das oportunidades de transformar afeto em lucro. Mas, sem querer minimizar os danos desse manejo comercial, podemos falar de o quanto essas datas podem, de alguma maneira, levar algumas pessoas a sentirem permissão para demonstrarem o que sentem e hastearem a bandeira de seus amores? Quem diz que o amor segue calendário? Não deveria ser tão desafiador falar e mostra

MICHELLE MKO


POR SER AMOR…
“Por ser exato, o amor não cabe em si. Por ser encantado, o amor revela-se Por ser amor, invade e fim.” (Pétala - Djavan) Não é por acaso que inicio este texto com os lindos versos de Pétala. Hoje é véspera do Dia dos Namorados, e Djavan foi a principal trilha do meu namoro com a encantadora morena que, há mais de vinte anos, completa o sentido dos meus dias. Não quero me apegar ao fato de que as datas comemorativas são meramente comerciais, criadas para movimentar o comércio

JEFFERSON LIMA


SUA PRESSA, MEU DESASSOSSEGO?
Passos largos... Passos curtos... E uma infinidade de caminhantes a passear. Tropeça-se aqui e cai-se acolá. Estendem-se tapetes por onde nunca mais poderia querer passar. A alguns, interessa menos o destino, e mais os passos que serão dados, porque sabem que alguém, em algum momento, nas pegadas deixadas, pode querer pisar. Onde pisar, por onde passar, qual caminho escolher… Isso importa? Muito. Deveras importará a quem se importa. Caminhante observadora que sou e debruçada

RUBIA ARCE Admin Blog
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