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CINQUENTA TONS, CONTOS DE FADAS E OUTRAS NARRATIVAS
UMA LEITURA DO LIVRO CINQUENTA TONS DE CINZA À LUZ DOS CONTOS DE FADAS E OUTRAS NARRATIVAS Meu primeiro contato com o livro Cinquenta Tons de Cinza ocorreu em outubro de 2012, durante um seminário sobre edições promovido pela Rede Globo de Televisão, que reuniu alguns dos mais importantes editores e livreiros do país. Na ocasião, ouvi várias críticas negativas em relação à obra, que já era um best-seller mundial. A contundência das críticas despertou em mim um desejo quase i

JOSÉ FRANÇA


Quatro mulheres. Quatro personagens: vilãs ou protagonistas?
Esta crônica literária foi inspirada e escrita como tentativa de realizar uma leitura comparativa entre Emma Bovary (a Madame Bovary), Anna Karenina, Luísa, personagem de O Primo Basílio, e Capitu, personagem de Dom Casmurro. O texto terá um tom reflexivo, crítico e narrativo, como pede o gênero crônica, mas com densidade suficiente para se aproximar de um ensaio literário, ainda que superficial. Por outro lado, pretendo apresentar uma linha de pensamento que suscita centenas

JOSÉ FRANÇA


DOR-INHA E SEU INCONSCIENTE
A luta do neurótico com seu inconsciente é uma batalha silenciosa, intensa e profundamente humana. Ele vive dividido entre o que sente e o que acredita dever sentir, entre o que deseja e o que se permite desejar. Há uma tensão constante como se uma parte de si quisesse falar, gritar, e outra se esforçasse para calar. No caso de Dor-inha, seu cotidiano mostra uma mulher forte, racional, controlada demais. Mas dentro dela, há um conflito que não cessa, enviando sinais em sonho

TEREZINHA ARAÚJO
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