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SOBRE-VIVÊNCIA
Vejo pessoas… por aí. Vejo olhares, dores… e o sangrar. Vejo vazios. Vejo além do que a maioria pode. Vejo tudo o que quero ver E o que não quero. Ao olhar. Mesmo quando nem quero olhar. Vejo necessidades. Vejo sensações. Vejo expressões E nelas, vejo falsidades. Mesmo na ausência de animosidade, vejo raiva. Vejo tristeza e alegria na mesma intensidade. Vejo inconsistências. Incapacidades, fraquezas, desconexões. Enxergo desencontros… desalinhos. Também vejo sinceridades. V

RUBIA ARCE Admin Blog


MAS, AFINAL, EXISTE UM JEITO CERTO DE AMAR?
Já pararam para pensar como as pessoas demonstram o amor de maneiras diferentes? No texto deste mês vou trazer algumas perspectivas sobre as linguagens do amor para que possamos refletir sobre como se dá a dinâmica da construção dos afetos em nossas vidas. Por Michelle MKO Acho fascinante como se processam as relações humanas. Sempre gostei de observar a maneira como as pessoas interagem umas com as outras. Para embasar minhas reflexões, trago como referência o livro “As cin

MICHELLE MKO


AMOR SEGUNDO DARWIN
Era apenas uma garotinha, de cadarço desamarrado, mãos que tremiam sem razão e tossindo numa ânsia absurda. Uma garota num mar de insignificância que é a vida juvenil, como se as coisas estivessem esperando o momento exato de desabrocharem. Tudo era espera, afinal. O jeito como as palavras se enroscavam no momento da fala, gaguejando e trocando sílabas. Aprendera a falar, mas não a dizer. Olhava as pessoas com uma curiosidade ímpar. Colocava-as em seu caleidoscópio, busca

ANA BEATRIZ


BURNOUT E O TRABALHO CONTEMPORÂNEO
Na próxima semana farei uma palestra sobre Burnout e estudando e pesquisando mais sobre o tema, me deparei com dados atuais alarmantes. A relação do homem com o trabalho em nossos dias está cada dia mais adoecida. Nas sociedades antigas e medievais, a identidade das pessoas era construída a partir da família, da religião, da comunidade ou da posição social. O trabalho existia, mas não ocupava necessariamente o centro da vida subjetiva. A centralidade do trabalho começa a se

TEREZINHA ARAÚJO


COLIBRI
Aqui… ali… Pisca, e sumi. Trago para ti a beleza, a delicadeza num bailar ágil, ritmado sem pestanejar. Pequeno, frágil? Não sei… a força é algo que se decifra por metáforas… É preciso sabedoria para compreender o ser forte. Aliás, em muitos casos, não é o mais forte que vai até o final, mas o melhor preparado. O concentrado, O estruturado, Ser o melhor nem sempre garante bons resultados. Mas… Ser o esforçado, O determinado, O empenhado, O de sorriso largo, O engajado... Ahhh

JUNIA CARVALHO


SILÊNCIO
No silêncio tudo se acalma, tudo se revela O silêncio transforma, ensina O silêncio conecta, cura… O silêncio decifra O silêncio desvenda O silêncio aquieta e atormenta Atormenta o ser que não sabe ouvir… que se amedronta ao sentir… Para sentir é preciso entregar… deixar fluir Silenciar é perder excessos… É se deixar levar sem o controlar É saber avaliar o que fica, e o que pode ir.. O silenciar é sábio. É simples É profundo Silenciar é ampliar… Silencie. Flua. Construa. Se d

JUNIA CARVALHO
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