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A BOTA
Durante uma viagem, para conhecer o famoso Festival Café com Biscoito, interior de Minas, conheci uma incrível contadora de estórias!! Uma que nos ensina como lidar com desencontros conjugais de forma, absolutamente, hilária. “..., porque o alívio se revela no esvaziar dos pulmões, um pulmão cheio de ar está tomado de fôlego, de prontidão, e foi justamente a sensação de não precisar mais de fôlego, nem prontidão, que tomou conta...” – Carla Madeira Esse episódio sobre fôlego


ENTRE OS MITOS POLÍTICOS E OS AMORES DESORDENADOS: O QUE GOVERNA NOSSAS ESCOLHAS?
APRENDENDO COM AGOSTINHO E FREUD No momento estou lendo, estudando Confissões (Agostinho) e O Mal Estar na Cultura (Freud). A princípio pode parecer leituras que não conversam, mas tenho visto muita convergência, principalmente se trazemos para o momento atual de disputa eleitoral, veja se concorda comigo. Em Confissões, Santo Agostinho nos conduz a um encontro com aquilo que nem sempre queremos reconhecer: nossas contradições, nossos desejos e as motivações que se escondem


TÃO PERTO. TÃO LONGE.
Eu fui para San Diego com um propósito muito claro: estudar inglês. Fazer um programa de imersão em uma faculdade americana que recebe estrangeiros que querem aprimorar o inglês. Aos 67 anos, decidi voltar para a sala de aula, enfrentar minhas barreiras com a língua e me permitir viver uma experiência que exigia investimento, disposição e, principalmente, coragem para sair da minha zona de conforto. Não fui fazer turismo. Fui estudar. Fui aprender. Fui me desafiar. Enfrentar


BURNOUT E O TRABALHO CONTEMPORÂNEO II: PROBLEMA INDIVIDUAL OU ORGANIZACIONAL?
Quando o desempenho substitui o sentido Quando escrevi o primeiro texto, no mês passado, não pensei em fazer uma série, mas acho que o tema realmente não se esgota facilmente, então sigamos. No primeiro texto, refletimos sobre como o trabalho passou a ocupar um lugar central na constituição da identidade humana. Vimos que, ao longo da modernidade, ele deixou de ser apenas uma atividade destinada à sobrevivência para tornar-se um dos principais espaços de construção de sentido


O SILÊNCIO QUE ILUMINA: ENTRE A ESPERA E A ESPERANÇA
Vivemos em um mundo que parece ter pavor do vácuo. Se há um minuto de silêncio, nós o preenchemos com o brilho azulado das telas; se há um espaço vazio na agenda, nós o ocupamos com uma produtividade que beira a exaustão. Na contemporaneidade, o ruído não é apenas sonoro, ele se tornou uma condição existencial, uma tentativa desesperada de provar que estamos vivas através da agitação. No entanto, hoje é dia 04 de abril, o Sábado de Aleluia, e o calendário da fé nos impõe uma


PRIMAVERA À BRASILEIRA − FLORES, INSTINTOS E A ESTUPIDEZ HUMANA −
Escrevo esta crônica às portas de setembro — o mês das flores, do clima ameno, sobre o qual, de modo utópico, Beto Guedes cantou: quando...
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